Victor: "quero mostrar resultado para a população" - Jornal Fato
Política

Victor: "quero mostrar resultado para a população"

O prefeito Victor Coelho concedeu entrevista exclusiva ao Jornal FATO, na qual faz balanço de sua gestão em 2018, fala de polêmicas e projeta 2019


- Foto Ronaldo Santos

O prefeito Victor Coelho concedeu entrevista exclusiva ao Jornal FATO, na qual faz balanço de sua gestão em 2018. Além disso, fala de temas polêmicos, como o subsídio ao sistema de transporte coletivo, o rompimento com o vice, a acusação de superfaturamento na compra de livros e o plano de cargos e salários.

As projeções para 2019 são positivas e passam pela reformulação do secretariado, a boa relação com a nova gestão estadual, o estágio adiantado dos projetos, entre outras medidas em diversas áreas.


 

FATO - Uma das metas para 2018 era a implantação da Educação em tempo integral em escolas e conseguiu. Ainda falta muito?

Victor Coelho - Em parte. A meta do Ministério da Educação é chegar a 50% das escolas de tempo integral. É uma meta inatingível. Não temos sequer pessoal suficiente. Vai estourar a folha de pagamento. Temos 77 escolas na rede. Em tempo integral há duas, e indo para 3ª, que é a Julieta Depes, no Zumbi. A gente quer que nossos alunos tenham modelo em que a família venha a participar do ensino da criança. A manhã mais voltada para as matérias e a tarde, à participação das famílias. Não é meramente uma creche. Não é isso que a gente quer.

 

No início de 2018, o senhor anunciou plano de R$ 55 milhões de recursos próprios para investir em obras. Quanto disso já foi executado?

O que está sendo executado ainda é muito pouco. Na rodovia do Valão, já demos ordem de serviço. Também o contrato de R$ 7 milhões, para a manutenção de prédios públicos, mas ainda foi feito muito pouco, uns R$ 450 mil.  Não saiu muita coisa porque não tinha projeto. Se os projetos saírem, creio que dá para entregar tudo até o final do ano, sim.  Temos equipe completa para desafogar obras e a gente dar sequência nesses projetos prioritários.

 

Há também a previsão de outros R$ 85 milhões para obras, financiados pela Caixa. Como está isso?

A gente aguarda reunião para ver se bate o martelo do Finisa (Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento). A taxa que eles passaram, de 6%, mais a taxa Selic, ainda não compensa. O município tem condições de pagar, mas ficaria mais caro. No início, a taxa era de 4,5%. A diferença com o aumento é de R$ 5 milhões a mais. Não vou comprometer meu município por conta de uma taxa elevada dessas. Estamos vendo outras fontes de recurso, tipo BID, Bandes, com taxa mais atrativa. Teria que passar novamente pela Câmara, se a gente mudar de fonte, mas eu prefiro ser prudente do que jogar dinheiro do município fora.

 

Nota-se que a Secretaria de Esportes ganhou projeção em sua gestão. Considera a área prioritária?

Toda iniciativa para envolver a população de Cachoeiro e fazê-la abraçar mais a cidade é válida. Estava lendo um livro que o vereador Mansur me presenteou: As missões de Medellín, do Caos à Referência Mundial. O conceito de que o cidadão deve começar a se sentir dono da cidade é muito forte lá. O esporte é uma grande ferramenta para isso. A gente quer dar manutenção no que já existe. Tem muita coisa deteriorada. São 56 quadras ou pracinhas e demos manutenção na metade, já. A gente quer melhorar os espaços públicos. Fazer programações. Os núcleos de esporte aumentaram muito. Tem que aproveitar esse momento, que as pessoas estão querendo participar das coisas e criar oportunidade. Parto dessa filosofia: quanto mais se buscar agregar coisas para as pessoas, mais a gente consegue transformar a cidade. É o nosso objetivo.

 

Menos coisas e mais pessoas

A gente vai refazer o piso da Capitão Deslandes, com pavies. Vai continuar passando carro, mas será uma velocidade menor, para as pessoas começarem a visualizar a mudança. Lá na frente a gente pode fazer corredor exclusivo de ônibus. Fechar de vez. Temos que ver como vai se comportar o trânsito para isso. Minha vontade era fechar a praça de tudo. Da Jerônimo Monteiro à Praça do Táxi. Você começa a tirar o espaço de coisas, para colocar pessoas.

A gente viu o reflexo dessa decoração natalina muito forte. Faz com que as famílias vão para a rua e sintam: "isso aqui é meu. Tenho que cuidar disso". A mudança de mentalidade tem que começar do cidadão. Não adianta apenas gestores fazerem esse tipo de proposta. Porque aí você vai reduzir o índice de violência. No aglomerado de pessoas, o bandido não vai querer assaltar um monte de gente.  Quanto mais ocupados os espaços públicos, melhor.

 

O senhor atribui prioridade a Saúde, Segurança e Educação. Houve avanços nessas áreas?

Na parte da saúde, conseguimos fazer o agendamento eletrônico. Está fazendo a contratação de médicos via consórcio de saúde. Vai desonerar da folha e remunerar melhor o médico. Via consórcio também, estamos fazendo levantamento da demanda reprimida de consultas e exames, para poder auxiliar o Estado.

Na parte de Educação, a gente investiu muito na manutenção das escolas, mas também compramos laboratórios de robótica, de informática. Acredito que antes do meio do ano a gente vá fazer doação de material escolar, o que nunca foi feito.

Na área de Segurança, estávamos dedicados no Curso da Guarda. Só falta o convênio com a Polícia Federal para a emissão do porte. Investimos na aquisição de equipamentos, como coletes refletivos, bastão retrátil. Ainda temos muito o que melhorar, mas já tem muito tempo que não se faz investimentos nessas áreas aqui na cidade.

 

Mais segurança

Saindo o Parque da Ilha da Luz, estamos em conversa com a BRK, via Ministério Público, de fazer o Centro de Operações da Guarda lá. Só de investimento na obra serão R$ 3 milhões. A gente quer trazer o cerco eletrônico para Cachoeiro. Colocando as câmeras de vigilância nas entradas da cidade e nas pontes, todos os carros que estiverem aqui, serão monitorados. É um modelo que vimos em Indaiatuba. Se roubarem seu carro, basta ligar para a central, informar a placa que entra no sistema e a câmera reconhece. Onde pegar, emite um sinal.

Muitas mudanças têm acontecido no seu secretariado. Secretário de Fazenda, chegamos ao terceiro. De governo, já é o segundo. Não é complicado trocar tantas rodas com a carreta andando?

O time inicial que a gente montou, desde janeiro de 2017, vem com aquele foco de fazer gestão mais profissional. Mas trazer bons profissionais, com salários não compatíveis, é muito difícil. Tanto que a gente perdeu alguns nomes para a iniciativa privada. Entrei nesta empreitada ajudado por um grupo, que não me deixou na mão. Um deles, é Weydson (Ferreira- ex-secretário de Governo). O importante é que a gente deu foco. E as pessoas que vieram depois, foram se adaptando a esse foco. Por exemplo, o Rogélio (Amorim), nas reuniões dos secretários de Fazenda, achou o Ramon (Gobetti, secretário de Administração), fizemos o convite e ele veio. Trouxe o Marcelo (Controladoria). E assim vamos encontrando peças que se encaixam no perfil da nossa gestão, que precisa ser uma coisa mais técnica. Foi postura nossa desde o início de, no primeiro escalão, não nomear vereador, nada de indicação política, para justamente ter o resultados que a gente espera.

 

Mas o caso dos indicados pelo PP, do vice-prefeito Jonas Nogueira, foi diferente. Por que decidiu exonerá-los?

Clique aqui para acessar o que o prefeito Victor Coelho respondeu sobre isso  

 

A postura do vice quanto ao subsídio foi fundamental para chegar ao resultado de ruptura?

Eu preferi não me manifestar sobre o subsídio, nem me justificar em nada porque quanto mais gasolina se jogar na fogueira, mais vai pegar fogo. Politizaram muito uma questão técnica. Não largando mão da política, que é necessária, estou cada vez mais focado numa gestão profissional.  Mas essa, especificamente, do subsídio, é questão muito técnica, que envolve o bolso das pessoas. Acho muito mesquinho politizar coisa tão séria. Fizemos um estudo, que levou certo tempo. Conseguimos dados que nunca foram pedidos para a empresa e tem uma consistência dos dados. O estudo elaborado pela Agersa foi demorado por conta disso, para a gente não ser irresponsável. Poderíamos contratar empresa externa para fazer auditoria, mas preferimos utilizar os nossos técnicos. O atual presidente é especialista nessa composição de custos e ao longo do tempo em que ele estava lá, trabalhou e apresentou os dados (em setembro) para a gente: "prefeito, a tarifa deveria ter sido R$ 3,35 desde o início de janeiro. O sistema está desequilibrado". Consideramos a tarifa o coração do sistema, pois se não a conserta, quebra como um todo. Pode ter 50 empresas, mas se a tarifa for deficitária, nenhuma se sustenta. Eu nunca fugi das pautas negativas. Estou aqui para enfrentar problemas mesmo.

 

Outra polêmica de fim de ano foi a possível compra de livro infantil por valor muito acima do de mercado, que só foi descoberta por conta do portal da transparência.

Graças a Deus que alguém viu e nos alertou. A gente nem fez compra nenhuma. Nem dos livros que estavam com preços de mercado. É uma ata de registro de preço e a gente adere ao item que a gente quer. A gente pode cancelar aquele específico sem prejudicar o resto da licitação. Como surgiu essa questão dos livros?  Gestores fizeram uma lista dos livros que achariam interessante ter nas escolas e aí, baseado nisso, fizeram um orçamento com apenas quatro fornecedores. O mínimo exigido é três. Poderia ter feito com 20, para você tem uma variação maior. E aí, como você faz pela mediana, tira o menor e o maior preço. Só que esses dois, eram altos também.  Então preço médio que ficou muito alto, mas foi ata de registro de preço. A gente não adquiriu o livro nenhum. As pessoas começaram a falar... até vereador. Poderia ter um aprofundamento, buscar primeiro a informação para depois se manifestar.

 

Qual a expectativa quanto ao relacionamento com o governo do Estado?

Aproveitamos esses dois anos da gestão Paulo Hartung - já que apresentava algumas solicitações e era pouco atendido - para fazer projetos. Quando o governo do Estado abre alguma linha de algum convênio específico, os municípios vão apresentar projetos e Cachoeiro sai da frente.  Eu acredito que pelo desequilíbrio que o Estado se encontra entre Norte e Sul, não só Cachoeiro, mas o sul do Estado vai ter olhos maiores agora. Renato Casagrande disse isso em campanha, tanto que ele quer um comitê para essa discussão regional com sede em Cachoeiro. Há muito da parte de logística que pode chegar para cá. Indaiatuba faz parte da região metropolitana de Campinas, que por ter se desenvolvido, desenvolveu as cidades vizinhas. Penso Cachoeiro da mesma forma. Ao se desenvolver, por ser cidade polo, vai favorecer as outras cidades também. Mas isso tem que ser planejado de forma coerente. Nossa região precisa pensar de forma unificada. Explorar as potencialidades de cada cidade, da região como um todo. Um exemplo: se fala muito do aeroporto aqui de Cachoeiro. Mas se tiver melhor condição na baixada de Itapemirim ou Presidente Kennedy, de ter uma coisa maior, que beneficie ainda mais a região, por que não? Fazer isso como um pleito comum do sul do estado. Acho que Renato vai ter sabedoria muito grande para conduzir isso. É essa a nossa esperança.

 

O Plano de Cargos e Salários deveria ter ficado pronto em abril de 2018, mas sequer foi enviado à Câmara ainda. O que o servidor deve esperar para 2019?

O Plano de Cargos foi uma das metas que traçamos, desde o início da gestão. Encontramos quase 54% da tabela abaixo do salário mínimo. Contratamos empresa especialista para fazer isso. Só que para mudar, de forma correta uma coisa que foi criada há 25 anos e só teve uma revisão no governo Valadão, em 2006, 2007. Não foi feito o acompanhamento de reajuste anual. Essa defasagem é muito complexa fazer de forma coerente, observando e Lei de Responsabilidade Fiscal - não pode ultrapassar o limite - e que agrade o servidor.  Demorou por conta disso. Vimos o primeiro impacto, da folha de R$ 2 milhões a mais. Não teria sustentabilidade para manter isso. Aí fizemos o plano de aposentadoria, o PDV algumas terceirizações. A gente foi tirando a gordura possível. Terceirizando alguns serviços para que nos desse condição de apresentar proposta boa, com condição de pagar, manter o salário em dia e pagar dentro do mês trabalhado, como está desde o primeiro dia da gestão.  São ganhos e conquistas para o servidor que a gente não podia perder. Fizemos as primeiras apresentações, ouvimos os servidores, o que eles acham importante. Estamos revendo algumas coisas. Creio que nesse primeiro trimestre a gente finalize os impactos para poder levar para a Câmara a proposta final. Durou quase um ano, mas não quero que faça aniversário. Será apresentado antes de abril. E acho que será bem satisfatório.

 

 

Além desses, quais são os principais desafios e principais metas para 2019?

A gente tem que tirar do papel aquilo que planejou. 2019 tem que ser o ano de entregas. Se eu pudesse entregar no primeiro ano, se a gente já tivesse condição de estar tudo certinho, organizado, da forma que a gente imaginava, já fazia entrega no primeiro momento, não tem que ficar guardando. Havia Secretaria que não tinha procedimento de abertura de processo, fluxograma de compras, de processo, enfim, um atraso administrativo muito grande. Problemas que a gente foi encontrando administrativamente e resolvendo nesses dois primeiros anos. A gente espera entregar o planejamento que fizemos. Tem muita coisa para entregar. E agora a gente tem um Governo do Estado que pode fazer entregas ainda maiores para a gente.  Vou levar projetos de porte um pouco maior, buscar continuação da duplicação da 482, do trevo da Kia até o trevo do Bolo de Noiva, uma coisa já planejada. Tem o Contorno de Itaoca, que há anos as pessoas lutam para tirar tráfego de dentro da cidade. Tem a Rota do Caramba. Vão beneficiar muita cidade, em termos de mobilidade, de logística. Tirar esse tráfego pesado.

 

Tem também muita coisa herdada inacabada...

A gente procura iniciar algumas coisas, mas não deixar o que foi iniciado, parado. A supercreche do Village, que a gente vai licitar agora. A escadaria da Alziro Viana. A rua José Turini, a unidade do Coramara que a gente inaugurou. As reformas do Centro de Saúde e do Paulo Pereira que estão em andamento. A Ponte Municipal, a gente não conseguiu resolver ainda, convênio com a Caixa Econômica. A empresa que estava construindo parou. Então você tem que fazer todas estas desamarrações. A empresa desistir, fazer nova licitação, a Caixa aceitar, olhar o projeto. É complicado demais. Mas a população não entende e vai achar que o prefeito que não quer que a ponte saia.

Uma situação que vai gerar polêmica lá na frente. Vila Olímpica e Restaurante Popular serão mais dois Elefantes Brancos se a gente colocar para funcionar da forma que idealizada inicialmente. Não vou fazer isso. Nós vamos devolver o recurso que a gente teve do convênio com a Caixa e aí podemos mudar a finalidade dos dois. Vila Olímpica a gente ainda vai fazer um projeto pra ela, se vai ser uma área de lazer mesmo ou outra coisa. No Restaurante Popular, vai ser o novo Banco de Alimentos, voltado para as questões da Secretaria de Desenvolvimento Social, para segurança alimentar, será transferido pra ali. Com o restaurante, gostaríamos R$ 350 mil por mês. O custo é muito alto.  Você tem que buscar ajuda para as pessoas mais carentes de outra forma de ajudar.  A gente está buscando este tipo de solução.

 

Em 2018 também houve problemas com o serviço de coleta de lixo.

A nossa visão era fazer um contrato economicamente mais enxuto para a cidade. Iríamos economizar R$ 4 milhões durante o contrato todo. Abrimos a licitação, o preço eu acho que era R$ 136 a tonelada e apareceu um oferecendo a R$ 105. Olhamos a documentação. Tudo certo. Arriscamos. Trouxeram os caminhões, bonitinhos, apresentados na praça. Não deu dois meses para trocar os caminhões. Chorume para tudo quanto é lado. A gente vai aprendendo um pouco com administração pública. Não se rompe contrato uma vez só. O que reza o contrato é uma notificação, duas, três, quatro, cinco, quantas forem. Paulinho (Miranda, secretário de serviços Urbanos) fez o rito certinho.

 

Quanto o mais notificava, ficar pior ficava o serviço. Impressionante.

Você dá multa, a empresa reclama, aí não faz. Mas cumprimos todo rito jurídico até poder romper. Vai embora. Fez porcaria aqui na nossa cidade. E aí fizemos emergencial. A gente não viu mais reclamação nenhuma da questão do lixo. E aí, como o barato saiu caro, decidimos investir e apagar de vez a imagem ficou lá atrás. Ampliamos o contrato agora. Fizemos termo de referência maior. Vamos terceirizar varrição manual, ter varrição mecânica. A gente anda pela cidade vê muita areia e muita sujeira. Aquele caminhãozinho (da varrição mecânica) vai dar uma limpeza bacana. Depois vem com carro pipa, limpa. Vamos ter os contêiner, mil espalhados, para a gente não ver lixo mais no chão. Mandei fazer receptáculos de lixo de metal para ser instalados. Ao invés da pessoa botar no chão, coloca dentro do receptáculo o caminhão passa e pega. Tem os contêineres enterrados, que a gente viu em muitos vídeos por aí.

 

Uma pergunta que precisa ser feita: Vai ser candidato à reeleição?

Ainda tem muita água para passar debaixo dessa ponte. Quando me coloquei no propósito de entrar na vida pública, o que mudou minha vida por completo, não esperava que o resultado fosse dessa forma. Vir para a eleição como um desconhecido, irmão de um grande político, uma incógnita - no início, nem me consideravam como candidato. Nas primeiras pesquisas, eu nem aparecia - e transformar uma eleição da forma que foi.  A confiança que as pessoas me deram. Vou continuar sendo o mesmo Victor Coelho que apresentei em campanha. Sei falar sim, mas sei falar não também. Estou disposto a contribuir, não só com a minha cidade, mas na vida pública. Depois que eu entrei, nestes dois, três anos, a gente tomou gosto. Ver que podemos contribuir e construir caminhos. Não sei o que Deus reserva para mim. Em 2016, Ele nos conduziu para cá. O futuro que vier, eu estou disposto a contribuir positivamente com a população.

 

Suas considerações finais.

Vou deixar uma mensagem para nossos amigos e amigas cachoeirenses de que 2019 vai ser um ano de muitos desafios, mas de muitas conquistas também. É um ano de esperança, de renovar as nossas esperanças, boas conquistas que virão. Da gente começar a se apropriar mais na nossa cidade. Tem que não só esperar do poder público, mas fazer a nossa parte também, como cidadão. Fazer com que a nossa cidade seja a extensão da nossa casa. Cuidar mais da nossa cidade. Nossa parte está sempre com esse olhar diferente para nossa cidade, que aqui é um lugar maravilhoso para se viver e vai ser se tornar ainda mais agradável para a gente ter a nossa cidade como diz como disse Rubem Braga "modéstia à parte, eu sou lá de Cachoeiro".

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