Cachoeiro reage timidamente - Jornal Fato
Emprego

Cachoeiro reage timidamente

Com 31 empregos de carteira assinada criados em fevereiro, município chega a 38 ano. É pouco, mas interrompe sequencia de quedas


Cachoeiro de Itapemirim teve variação positiva na geração de empregos de 0,08%. Ainda é pequena. Representa apenas 31 admissões a mais do que demissões no período, mas é, ainda assim, suficiente para manter a sequência iniciada em janeiro de saldo positivo na geração de ocupações formais, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgados na semana passada pelo Ministério do Trabalho.

Vilã no péssimo resultado de dezembro, com 599 baixas em apenas um mês, a indústria de transformação - que inclui o setor de rochas ornamentais para retomar o fôlego. Foi o que mais empregos gerou no segundo mês do ano: 106.  Por outro lado, a extração mineral, o comércio e os serviços geraram mais 77 desempregados.

No ano, são 38 empregos recuperados. Pouco, mas significativo.  Pois os últimos quatro anos foram de queda no número de empregos formais. No ano passado, foram extintas 1073 vagas. Em 2016, a queda foi ainda maior, com 2647 postos de trabalho fechados.  Em 2015, foram 2402. Em 2014, no início da série negativa, 286.

O desempenho de Cachoeiro se assemelha ao do estado, em pontos percentuais, em Fevereiro, crescimento de 0,08 no município e 0,06 no Estado. Entretanto, considerando o bimestre, a recuperação estadual é mais forte 0,48%, ante 0,09%

 

Litoral

 

No litoral sul, há situações opostas. Marataízes vê aprofundar a crise do emprego, com o fechamento de 175 vagas em fevereiro, elevando para 90 o déficit do ano. A explicação pode ser o fim da temporada de verão, já que neste ano, o Carnaval ocorreu no início de fevereiro.

Em Itapemirim, no entanto, a situação é inversa. Em fevereiro, início do plantio de cana de açúcar, foram criados 121 postos de trabalho, elevando para 79 o número de vagas abertas no ano.

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