Gestão Prisional do Espirito Santo é referência nacional - Jornal Fato
Polícia

Gestão Prisional do Espirito Santo é referência nacional

A evolução da gestão capixaba foi apresentada no Encontro Nacional de Diretores de Unidades Prisionais


Nesta segunda-feira (04), diretores de unidades prisionais de todo o País puderam conhecer a evolução da gestão capixaba nos presídios do Estado, durante o II Encontro Nacional de Diretores de Unidades Prisionais.

O encontro, que aconteceu em São Paulo, foi promovido pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e buscou o compartilhamento de boas práticas e de informações sobre o sistema penitenciário.

O diretor da Escola Penitenciária do Espírito Santo (Epen), Rodrigo Bernardo Ribeiro Pinto foi um dos palestrantes no primeiro dia do evento. Ele apresentou aos cerca de 230 participantes o Modelo de Gestão do Espírito Santo, que traz uma comparação dos avanços alcançados no sistema prisional capixaba no período de 2009 até 2019. Rodrigo Ribeiro é responsável por planejar, organizar, coordenar, acompanhar e controlar os programas de formação, capacitação e aperfeiçoamento funcional dos servidores da Secretaria da Justiça (Sejus).

A palestra foi escolhida pelo Depen como um dos casos de sucesso no cenário prisional atual, possibilitando a difusão desses modelos de gestão para que sejam referência em todo país.

Além do diretor da Escola Penitenciária, o sistema prisional capixaba é representado no encontro com as presenças dos diretores Alexandre Magno, do Centro de Detenção Provisória de Colatina, Márcio Felipe, da Penitenciária Regional de Cachoeiro de Itapemirim, e Graciele Sonegheti, do Centro Prisional Feminino de Cariacica.

"A administração de uma unidade prisional é um desafio diário. Poder compartilhar os resultados do nosso trabalho, que pouco a pouco ganha o reconhecimento nacional por excelência na gestão penitenciária, é extraordinário. Tudo isso faz parte de um esforço coletivo. Por meio da Epen trabalhamos a valorização dos nossos inspetores para que eles também sejam agentes capazes de resgatar e valorizar seus colegas de trabalho e os internos, ajudando-os a resgatar sua identidade e seu valor", ressalta Rodrigo Ribeiro.

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