Uma festa imperdível - Jornal Fato
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Uma festa imperdível


A festa dos 15 anos do jornal Fato, como toda boa festa, teve boa comida, boa música, serviço excelente e pessoas interessantes.

Conheci a Simone Lacerda, que é tão bonita que parece uma estrela de cinema, conheci também a Noemi Borges, também bonita, simpática e o jornalista Marcos Leão, que faz parte do jornal, desde o seu início.

A banda musical Mundo e Cia era uma figura à parte. Tocavam sem parar, uma música atrás da outra, uma música melhor do que a outra, de forma alucinante e contínua.

Perguntei ao "mestre Arildo", qual o segredo de tanta energia, vibração daquela banda. Ele respondeu no alto de sua sabedoria e humildade que é o álcool mesmo.

Numa das mesas dos articulistas, estavam a Regina Monteiro, Célia Ferreira e Flávio Verão (donos da Toca do Verão), Almir Forte, Paula Garruth e Elyan Peçanha.

Foi a mesa mais animada da festa, devido as conversas, risadas do pessoal, e como sempre, adivinhe quem mais falava e ria, era a Regina Monteiro.

Na oportunidade o Flávio Verão contou-me que criou dois novos drinques. O drinque Barbie, que a pessoa que o toma fica todo rosa, por uma semana, e que está fazendo muito sucesso, mas não só com as meninas mas com os meninos também. Criou também o drinque Xô Corrupto, que é para quem diz que é honesto. Mas se a pessoa ao tomá-lo e ficar nervoso, ele fica todo roxo e permanece assim por uma semana.

Dizem que numa festa no litoral sul do Estado, com um ex-prefeito (aquele que é amigo do ministro Gilmar Mendes), o prefeito e os seus assessores tomaram o drinque Xô Corrupto e ficaram roxos por uma semana. Soube que o ministro Sergio Moro já até ligou para o Flávio Verão porque ele ficou interessado.

Na festa muitas pessoas começaram a dançar e a música era tão boa, que não conseguiam parar. O Wagner Gomes deu o maior show, dançou todas e deve ter encantado várias garotas. Tinha também umas morenas de provocar torcicolo.

O Wagner e a Lília receberam a todos com o maior carinho e fidalguia, como diria o Elyan Peçanha.

Teve pessoas que dançaram tanto, que mal se aguentavam em pé e outras que foram à festa de Uber, mas nem sabem como voltaram para casa.

Só não vou citar nomes, porque senão todo mundo vai ficar sabendo, como diria a Regina Monteiro.


Fernando Fiuza Psicólogo

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