Corte de árvores - Jornal Fato
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Corte de árvores

Amanheceu e me deparo com uma triste visão


Amanheceu e me deparo com uma triste visão: cortaram quase totalmente, as três árvores existentes defronte ao prédio, onde moro, ali no Independência. O fato, feito à noite, quase extermina as pobres árvores. Seres absolutamente vivos, a povoar de oxigênio, nosso ambiente e nossos pulmões. Por que fariam isso? Para que tamanha barbárie contra a natureza explicita, e a sombra que elas proporcionavam. Será que não havia outra solução? Será que o poder público tem conhecimento dessa afronta à natureza. Não podaram as árvores. Não. Praticamente deceparam lhe, inteiramente, a maioria dos robustos galhos, cheios de folhas, reduzindo-as, quase a arbustos, deixando aparecer o tronco e algo que se assemelha a um esqueleto. Quem teria feito a tal coisa? Sobretudo em Cachoeiro, uma cidade de clima quente. Pelo contrário, deveríamos sim é ter mais arvores. Muito mais. E não tentar exterminar as poucas que ainda existem. Nos centros mais evoluídos. Nas grandes capitais do país, o que mais registramos são árvores, de todos os tipos e espécies. Um registro triste de um fato que poderia soar quase que desprezível mas, convenhamos, precisamos espargir arvores. Tenho acompanhado iniciativas da administração nesse sentido. Aplaudo, assim como as mãos que as plantam. Sejamos fecundos, na providencia dessa compreensão. Árvores não são apenas estéticas, mas necessárias. Salvemos as árvores! Conversemos com todos sobre o fato. Expliquemos aos filhos, ao vizinho e ai, transformemos o planeta azul, um pouco mais verde.

 

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O amor, longe de pobres conceitos, anda por todos os dicionários como vernáculo parecido, na expressão de cada significado.

 

Quem sabe sobre os lençóis, nos bancos, de tinta branca descascada, não restara o sentimento, equivalente á palavra escrita, senta-se, e fica, ouvindo tudo a seu respeito.

 

- O amor é bussola-

 

O amor não é feito de esmola ou dúvida, por ser lúdico, quando se olha, vê-se na essência do espelho, em que trepidam lépidos fanáticos, a paixão e o desejo, a irromperem, de repente, a beleza, da própria existência.

 

-  O amor, faz suas escolhas -

 

O.amor é feito de muito. De pele e poros, dos olhos no veludo, de tudo que há no manto, que fabrica, enquanto brinca, aliciando braços e bocas, molhadas de beijos.

 

- o amor se sustenta -

 

Suas falésias, à beira do mar, em certas marés, são feitas de lagrimas. Depois, nos albores fecundos, de   perolas expostas na areia fina, são lindas, a povoar, esplendidos sorrisos, acolhidos por quem prova suas águas, e a rosa peculiar, da aparência que ostenta, nos suaves encontros de seu desvelo.

 

 


Giuseppe D'Etorres Advogado

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