AO MESTRE, COM CARINHO ARTESANAL - Jornal Fato
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AO MESTRE, COM CARINHO ARTESANAL

Há um sempre sensível olhar sobre as ruas, becos, vielas, Avenidas, praças e jardins,


Paróquia Santo Antônio Pádua, Pedra do Moitão, Moitão do Sul em Atílio Vivacqua

Há um sempre sensível olhar sobre as ruas, becos, vielas,

Avenidas, praças e jardins,

Como uma câmera a registrar o dia a dia desta terra e sua gente.

Olhar profundo e humano...

Olhar de menino sonhador, sábio e simples,

Mas rico em detalhes e minúcias deste Grande Cachoeiro

E seu entorno: cidades, povoados, vilas, tudo o que irmana e emana

Cultura, artesanato e gente...

Sem fugir à verdade em sua essência: alma límpida

Como água de nascente, cacimba, cacimbinhas.

Passos múdos, cadenciados, e um olhar manso que ao seu alcance

Percorre essa longa estrada da vida em busca do bem,

Sempre semeando o bem.

Coisas da alma, que nos liga a Fatos, que nos conecta

A alguém que se revela pelas letras,

Coisas e seres que você não conhece,

Aquelas provindas do Espírito Santo de Deus a nos unir

Enquanto algo me diz:

- Fala, Mansur!

E em conexão espiritual nos faz amar,

Admirar, sem jamais ter estado com a pessoa

Que traduz como ninguém este Espírito Santo de Deus.

Sem te conhecer, velho Mestre das letras, rendo-te todas as

Saudações marapeenses, da Pátria Amada Rasga-Pão!

Que sigas costurando, grande artesão das palavras,

Essa imensa colcha de retalhos culturais,

Semeando histórias e resgates dessa terra amada

Que encanta e fascina pela rica memória e seus valorosos vultos.

Cachoeiro e Marapé, na pessoa deste humilde rascunho de poeta

E esboço de cronista,

Rendem-te esta modesta, justíssima homenagem, com carinho e admiração:

Obrigado por existires, HIGNER MANSUR!   

 

Carlos Augusto Busato Barros (Dok)

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