Prisão de mãe e padrasto é prorrogada após simulação - Jornal Fato
Polícia

Prisão de mãe e padrasto é prorrogada após simulação

Por medo da reação da população ao saber que o casal se encontrava no local, a polícia reforçou a segurança em todo o condomínio Otílio Roncetti


- Rede Social

O padrasto, Giuliano Souza Ribeiro, e a mãe, Thamires dos Santos Fonseca, do menino Luiz Gustado, de 9 anos, assassinado por estrangulamento no dia 16 de outubro desse ano, tiveram a prisão prorrogada pela justiça por mais 30 dias pela Justiça.

Eles foram presos preventivamente em 7 de novembro. Negam o crime. E ontem apresentaram nova versão para a polícia, durante reconstituição realizada na última quarta-feira (05), no apartamento da família, onde ocorreu a tragédia.

O residencial Otílio Roncetti, no Bairro Gilson Carone, em Cachoeiro, foi espaço de reprodução do que aconteceu há quase dois meses. As polícias Civil e Militar estavam presentes. Com isso, novo laudo será elaborado pela perícia. O caso é tratado como assassinato. O casal conta que encontrou o menino com o cinto enrolado no pescoço, quase morto, no banheiro.

Segundo informações da polícia, o local foi cercado de segurança por volta das 14h00 para que não houvesse movimentação dos moradores do local e, assim, evitar que atrapalhassem novamente as investigações.

No dia seguinte ao caso, vizinhos depredaram o apartamento e atearam fogo no carro da família.  O reforço na segurança foi, também, para evitar investidas contra os suspeitos.

O delegado Felipe Vivas disse que foi realizado exame de Reprodução Simulada dos Fatos (RSF) com a ajuda da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP). "Eles contaram (durante a simulação) uma versão que até hoje não havíamos ouvido da boca deles. Iremos aguardar as apurações da perícia técnica. A prisão dos dois, foi prorrogado por mais um mês", contou.

 

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