Professor Florisbello dá nome a homenagem - Jornal Fato
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Professor Florisbello dá nome a homenagem

Por iniciativa do vereador Sílvio Coelho (PRP), o saudoso Florisbello Neves, nascido em 1905, passará a denominar uma homenagem destinada a autores de obras literárias em Cachoeiro


Um dos professores e escritores mais destacados da história de Cachoeiro recebeu nesta terça-feira uma reverência da Câmara Municipal. Por iniciativa do vereador Sílvio Coelho (PRP), o saudoso Florisbello Neves, nascido em 1905,  passará a denominar uma homenagem destinada a autores de obras literárias no município. "Professor Florisbello tem seu nome marcado na cultura cachoeirense e será sempre uma inspiração para nossos artistas e, em especial, para os profissionais das Letras", diz Silvinho, autor da resolução que cria o "Titulo Benemérito Florisbello Neves". 

Florisbello atuou como professor e diretor em diversas escolas, como Colégio Prof. Quintiliano de Azevedo, Bernadino Monteiro, Graça Guádia e Escola de Comércio de Cachoeiro, além de ter sido Inspetor de Escolas da rede estadual e vereador por um mandato. Foi, ainda, colaborador de jornais Arauto e Correio do Sul, e membro da Academia Cachoeirense de Letras. Aposentado do magistério, dedicou-se então a outras paixões: o Cachoeiro Clube e a Rádio Cachoeiro, onde permaneceu até a sua morte, escrevendo uma página diária, cerca de 5.000 no total. Crônicas que eram levadas ao ar poucos antes do meio-dia, no fim da manhã, lidas por José Américo Mlgnoni e Ruy Guedes. 

O professor casou-se com Rosy Machado, com quem teve seis filhos: Péricles, Augusto, Isith, José, Vilma, Paulo e Zulnara. Viúvo, casou-se com Joana D'arc Rezende, tendo mais dois filhos, Stela Matutina e Sérgio. Florisbello faleceu em 1974 e deixou escrita a lápide colocada em seu túmulo: "Minha alma para Deus, meu coração para Cachoeiro" .

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