Robô holandês carregará malas nos aeroportos - Jornal Fato
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Robô holandês carregará malas nos aeroportos

A companhia aérea holandesa KLM Royal Dutch Airlines decidiu lançar seus robôs assistentes Care-E nos aeroportos de San Francisco e Nova York


A companhia aérea holandesa KLM Royal Dutch Airlines decidiu lançar seus robôs assistentes Care-E nos aeroportos de San Francisco e Nova York.

Eles são programados para carregar a bagagem do viajante e escoltá-lo, sem erros de percurso, até o ponto desejado do aeroporto, embora sua função principal seja levar a bagagem até o guichê de recebimento, onde ela será transferida para a aeronave.
O cliente vai precisar permitir que ele escaneie o seu cartão de embarque.

O Care-E se move a uma velocidade de 3 quilômetros por hora. Isso é um pouco mais lento do que a velocidade média de uma pessoa.

As administrações dos aeroportos apoiam o projeto. Isso aumenta as chances de sucesso.
Os robôs começarão a atuar neste verão.

O preço do serviço, após o período gratuito de 2 dias, ainda não foi anunciado.


Microsoft Surface Phone só em 2019


Um relatório do blogueiro de tecnologia, Paul Turrot, diz que a Microsoft está trabalhando para melhorar o hardware e o software para dispositivos de duas telas.

A empresa originalmente planejava anunciar seu dispositivo com um design de tela dupla, que suporta vários formatos, incluindo tablet, smartphone, laptop e bloco de notas digital, no segundo semestre de 2018, mas agora decidiu lançar o produto no final de 2019.
As razões pelas quais a Microsoft adia o lançamento do Surface Phone, codinome "Andromeda", são secretas, mas deve ser porque o gadget será baseado em um processador ARM, agora com um chipset de alto nível, otimizado para o Windows 10 ARM, o processador Snapdragon 835, lançado no ano passado. A Microsoft quer esperar até que o processador esteja completamente pronto, para não virar uma bomba, como virou o Windows Phone.


Não imite os outros. Crie!

Como estamos vivendo a era digital, as fórmulas que eram utilizadas antigamente já não funcionam mais. Isso pode e deve ser aplicado em todas as áreas da empresa, inclusive o marketing, que se viu obrigado a se reinventar. Além do surgimento de novas plataformas, agora existe a possibilidade de se criar novas formas de fazer com que o cliente esteja mais próximo da marca que gosta. Para isso, é preciso que se entenda que houve uma grande mudança de comportamento. A tecnologia está incorporada à vida das pessoas, nas vivências dos usuários, e isso fez com que uma mudança de comportamento de consumo acontecesse.

E não foi só a tecnologia que sofreu com as mudanças. A geração Y veio para acabar com os padrões. "O jovem de hoje em dia, começa a ver que o carro traz dificuldades para a vida dele. O jovem não quer pensar nessas coisas, ele prefere utilizar ônibus, táxi, bicicletas, qualquer outro meio. Existem pessoas que estão vendendo os seus veículos para que possam ir trabalhar de bicicleta. Um adulto de hoje, jamais iria imaginar, com a idade dos jovens, em vender o seu carro. Pra ele, o carro era tudo!", disse a diretora de brand, marketing e comunidade da EY, Marly Parra.

Confira a entrevista que ela concedeu à Revista Época.

 

Como a transformação digital está contribuindo para a construção da marca? São novos incrementos ou o marketing mudou em partes?

Como estamos passando por uma era de transformação muito grande, não é apenas a tecnologia, mas de como isso também interfere na mudança de cultura e da forma de como fazer negócio. Quando é falado de marketing, está se falando de um produto, uma embalagem, sobre a forma de gerenciar uma unidade de negócio até que se chegue na marca e na comunicação. Com isso, o marketing terá que pensar em como um defeito poderá impactar no seu produto.

Como?

Não apenas os produtos mudaram, mas também o comportamento do cliente. E não é só sobre os veículos que estão transitando sem motorista, mas o que impactou essa mudança. Tem a questão do cuidado personalizado. O consumidor mudará o seu comportando podendo optar em receber de surpresa produtos fazendo o pagamento mensal. Antes, as empresas faziam investimentos em mercado de pesquisa de produto ou na construção da marca. Quem fazia um investimento numa determinada marca tinha um foco em saber como poderia melhorar o que já existia. Outras empresas já focavam os seus investimentos nas marcas e na própria corporação e estabeleciam um benchmark, como a Coca-Cola e o Google. Só que isso já não funciona mais.

Uma das mídias que mais crescem no mundo é a digital, mas é preciso entender onde se encontra o público jovem nela. Hoje, duas formas rápidas e fáceis de encontrar respostas são o Google e o Facebook. O problema é que existe um momento de transformação e isso tem que ser aprendido diariamente a ser feito. São muitas as plataformas digitais.

É preciso também tomar cuidado com o vazamento dos dados dos clientes, assim como aconteceu com o Facebook, e é isso que a Nova Lei da Europa está tentando impedir.

Mas, mesmo com todos esses prós e contras, ainda é perfeitamente possível afirmar que a internet te oferece uma forma excepcional de serviço.

 

Cleiton Martins é especialista em vendas online


Istartápi... Mas que bagaça é essa?

 

Se você gosta de ler e/ou de explorar a Internet, certamente já esbarrou com a palavra "Start-Up", ou "Startup", por aí. Se assiste a programas de empreendedorismo, já ouviu algo que soa mais ou menos como "Istartápi".

A tradução literal da palavra inglesa fica entre "Começo", "Começar" e "Inicialização".

Mas o que é Startup no mundo dos negócios?

As primeiras Startups foram Empresas criadas por desenvolvedores web (na verdade, bandos de nerds aficionados por tecnologia), há uns vinte e tantos anos, amontoados em escritórios retrô em algum lugar na área da Baía de San Francisco, Califórnia, Estados Unidos.

Hoje, a definição ampliou para acomodar as Pequenas Empresas, de quaisquer segmentos, focadas em inovação das práticas do setor onde estão se estabelecendo.

As Startups de hoje não precisam estar focadas em tecnologia, mas precisam ter mentalidade inovadora. Se não, são apenas mais um negócio tradicional.

Há pelo menos 3 diferenças gigantescas entre Empresas convencionais e Startups:

1 - Startups são projetadas para crescer muito rapidamente.

2 - Não precisam atender a todo o mercado. Focam em pequenos nichos (mercados pouco explorados) buscando alcança-los e atendê-los.

3 - São financiadas por Capital de Risco de investidores que apoiam a ideia, mas que exigem uma estratégia de saída planejada para recuperarem seu dinheiro. Chamam-se "Anjos".

Google, Apple, Facebook, Microsoft e todas as outras gigantes foram, um dia, Startups.

Se você tem uma "grande ideia", esse é o modelo ideal. Informe-se!!!

 

Joaquim Neiva é Jornalista e Gestor de Marketing Digital e Mídias Sociais na Empresa Fazejamento Digital. (WhatsApp: 28 98814-6228)

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