Doogee S70: Para games e para levar porrada - Jornal Fato
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Doogee S70: Para games e para levar porrada

É o primeiro no mundo que combina força e entretenimento


O Doogee S70 não é apenas um smartphone heavy-duty. É também um dispositivo móvel para gamers. É o primeiro no mundo que combina força e entretenimento.

Vem com um gamepad compatível, o que o torna um dispositivo de games de perfil mais amigável.

Há um botão vermelho que muda o dispositivo para o modo de games. Quando você o pressiona, o Doogee S70 fecha todos os aplicativos, desativa automaticamente as notificações e rejeita as chamadas recebidas, reduzindo o número de motivos para interromper o jogo e permitindo que o usuário mergulhe completamente no jogo.
O console de games, Doogee G1, se conecta ao Doogee S70 via Bluetooth em questão de segundos.

Graças ao joystick e aos botões multifuncionais, o Doogee G1 transforma um smartphone robusto em um console confortável para jogos. 
Sem previsão de vendas no Brasil.


O monitor de PC gigante da Phillips 

Se o tamanho do seu monitor de computador não te atende, se você precisa juntar 2 monitores para trabalhar, então a Philips preparou especialmente para você uma novidade chamada 499P9H.

Esse monitor de 49 polegadas vai te atender perfeitamente, mas exigirá que providencie uma mesa grande especialmente para ele. Não é apenas alongado, mas muito alongado.

Possui alta resolução Quad HD de 5120 × 1440 pixels, por isso pode facilmente substituir dois monitores Quad HD convencionais com proporções de 16: 9 (ele tem 32:9).

Tem câmera infravermelha para identificação pessoal via Windows Hello, saídas HDMI e DP, uma porta USB-C e um par de portas USB 3.0 para conectar todos os tipos de periféricos.
O SmartErgo Base permite ajustar a posição da tela para garantir o máximo conforto durante o trabalho. O preço ainda não foi informado.


Dicas para vender online

Engana-se quem pensa que é só anunciar produto para começar um e-commerce. Isso só é válido para quem quer vender por plataformas como o Mercado Livre. Se seu objetivo é ter empresa de vendas virtuais, precisa de conjunto de ferramentas de qualidade.

Tudo começa pela escolha do produto vendido e pelo contato com os fornecedores. As questões técnicas do site também são importantes, como o serviço de hospedagem escolhido, o método de pagamento e o layout da página.

Cuidado para se planejar com dedicação, buscando sempre uma gestão especializada de estoque dos produtos que você pretende vender. Um último ponto é o sistema de entregas ao consumidor, que também deve ser discutido.

Um dos conceitos importantes no mundo virtual é a variedade de canais de atendimento. Não é como em uma loja física, que todos os clientes seguem a mesma jornada de compra.

Na internet é preciso fornecer canais diversos, como chat, página do Facebook, contato de Whatsapp, entre outros. O ideal é sempre fazer pesquisa de mercado para ver em quais desses ambientes o público-alvo mais se concentra.

O market place, espaço usado por pequenas lojas e pertencente a grande empresa, também é um excelente canal. Você pode vender suas mercadorias a partir da estrutura da Amazon ou do Mercado Livre, por exemplo.

Para vender na internet, é preciso ser verdadeiro em todas as declarações ao público. Afinal, o cliente não pode realmente ver a mercadoria que está sendo oferecida.

Geralmente, alguns pontos problemáticos estão relacionados a entregas, cálculo de fretes e promoções. Se anunciar um desconto, por exemplo, terá de cumprir com a sua promessa. O mesmo vale para atendimentos em casos de reclamações de clientes.

Não se esqueça de deixar os dados da loja explícitos, para que o cliente observe que há compromisso com a transparência. O CNPJ e endereço para contato com a empresa são indispensáveis. Fugir dessas regras pode gerar reclamações!

 

Cleiton Martins é especialista em vendas online.


Precisamos falar sobre ponto eletrônico 

Sinto muito interromper os aplausos à decisão de colocar pontos eletrônicos nas repartições públicas, para "controlar" a presença e permanência dos Servidores nos seus locais de trabalho, mas a lógica e o bom senso me obrigam a comentar mais esse retrocesso travestido de avanço tecnológico.

Estou confortável me posicionando ao lado dos que vaiam a decisão, pois não sou Servidor Público das Casas Municipais (Prefeitura e Câmara de Vereadores) e, por conseguinte, não me "beneficiaria" de algum suposto "excesso de liberdade" que, talvez, tenha servido de tese para embasar a decisão.

Critico como cidadão preocupado e como profissional Gestor de Marketing Digital.

Sem querer ofender a quem decidiu, pessoa que nem conheço, mas aposto que se moveu pelas melhores intenções, confesso que, quando soube dessa decisão, guardadas as devidas proporções, associei a ideia imediatamente àquela que levou um casal do interior a prender seus filhos num caixote para vigia-los do jeito que achavam mais correto...

É claro que há "servidores públicos" irresponsáveis, mas, acredite, há muitos que têm compromisso verdadeiro com a população.

Em tempos de Internet, de Home Office (Escritório em casa), inovação em Gestão não é mais controlar o colaborador. É criar um ambiente mais livre e repleto de recursos possíveis visando despertar nele a criatividade capaz de gerar mais resultados com menores custos. Carga horária é apenas um detalhe. Vale mais a produtividade.

Não vejo como seria possível alcançar isso "engessando" a Administração Pública.

 

Joaquim Neiva é Jornalista e Gestor de Marketing Digital e Mídias Sociais na Empresa Fazejamento Digital. (WhatsApp: 28 98814-6228)

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