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Chineses mais perto da clonagem humana


De acordo com um relatório que cientistas chineses divulgaram em janeiro, eles foram os primeiros no mundo a fazerem a clonagem bem-sucedida de macacos usando a mesma tecnologia graças à qual foi criada a ovelha Dolly em 1996.

 

São dois macaquinhos: Zhong Zhong, nascido há 9 semanas e Hua Hua, duas semanas mais novo que ele. Os dois nomes juntos, Zhonghua, significam nação chinesa.

Os animais são saudáveis e as análises mostraram a sua identidade genética completa em relação ao macaco doador.

 

Até agora 23 espécies de animais foram clonadas dessa maneira, mas ainda não haviam macacos entre eles.

 

Em geral, a clonagem de primatas revelou-se uma tarefa difícil e acabou em fracasso, principalmente devido à não viabilidade de embriões.

 

Essa clonagem derruba uma barreira técnica e torna a clonagem humana definitivamente possível.

 


Contra testes de cosméticos em animais 1

 

A The Body Shop abraçou completamente a causa dos animais. A Empresa, que se define como "a primeira marca de beleza a se inspirar e buscar na natureza os melhores ingredientes do mundo para seus produtos naturais, 100% vegetarianos e nunca testados em animais" criou a campanha "Para Sempre Contra teste em Animais".

 

Contra testes de cosméticos em animais 2

 

De olho no absurdo número de 500 mil bichinhos que são utilizados todos os anos em testes para fins cosméticos e na realidade de que 80% dos países ainda não possuem leis de proibição para esses procedimentos, a The Body Shop, em parceria com a Cruelty Free International, organizou uma passeata de cães em frente à sede da ONU, em Nova York, em 24 de janeiro passado.

 

Contra testes de cosméticos em animais 3

 

No Brasil, a The Body Shop, além de encabeçar um abaixo assinado que pede o fim dos testes em animais na indústria cosmética, levou essa ideia para a folia, a marca organizou o "bloCÃO", bloco de carnaval para cachorros que aconteceu no espaço de uma das lojas da rede, na Vila Madalena, na semana passada.


Joaquim Neiva é Jornalista e Gestor de Marketing Digital e Mídias Sociais na Empresa Fazejamento Digital. (WhatsApp: 28 98814-6228)

Que tipo de Comunismo é esse da China?

 

Se você é daqueles que costumam dividir os países entre capitalistas e comunistas, sinto muito, mas vou te dar uma notícia desconcertante: não existe "país comunista". Nunca existiu no mundo um único país comunista.

 

E não é porque nunca haverá uma revolução do proletariado. Pode até ser que em algum momento haja, mas o resultado jamais seria um "país comunista". Daria num país socialista.

 

Mas não é a mesma coisa? Não, não é!

 

Na gênese marxista-leninista desse debate, o Socialismo é uma etapa para se chegar ao Comunismo. O Comunismo sim, por sua vez, seria um sistema de organização da sociedade que substituiria o Capitalismo, implicando no desaparecimento das classes sociais e do próprio Estado. Ou seja, na expectativa comunista o país, como é, deixa de existir.

 

Por isso, quando se diz que a China, ou Cuba, é comunista, é parecido com nós pecadores nos dizermos cristãos. Estão/estamos longe disso.

Aqueles são países socialistas que acreditam caminhar para o Comunismo, que é o objetivo final.

 

Por ser caminho e não fim, os países que adotaram/adotam o Socialismo foram/são completamente diferentes uns dos outros. Cada um tem o seu Socialismo. Nada de incomum está acontecendo.

 

Quando se diz que a China comunista fez isso ou aquilo, agora você sabe que é da China socialista que se está falando. E a China socialista pode muito bem ter esse Socialismo meio estranho, que mistura tudo com Capitalismo. Normal.

 

 


Cleiton Martins é especialista em vendas online

Ter o melhor produto ainda é pouco

 

Ter na mão o melhor produto do mercado é importante, mas não garante que você irá vencer a concorrência. Para vender, é preciso fazê-lo conhecido, o que não é possível sem ótima campanha de marketing.

 

Há algum tempo, contratar publicitário renomado e investir grana alta, já era suficiente para estar entre os líderes de venda. Porém, hoje, correr atrás de clientes com sondagens ativas, sem ter público alvo, são estratégias ultrapassadas. Normalmente, correspondem a alto investimento e retorno incerto.

 

O cálculo e a tecnologia dominam o cenário contemporâneo. Ser criativo é apenas um complemento. Quem garantirá o alcance e os melhores caminhos a serem trilhados serão os analistas de marketing, e não os diretores de criação e grandes negociadores de mídias em horários nobres.

 

É necessário investir sim, tanto nas agências de publicidade tradicional quanto nas equipes internas de marketing, visando resultados no Google e Facebook, por exemplo.

 

O que diferencia uma ação da outra é o custo bem menor no mundo virtual. Com o orçamento na palma da mão, o investidor, decidirá, segundo os resultados alcançados, se continuará ou não a divulgação por esses meios.

 

Você poderá utilizar as redes sociais para ajudar na divulgação, mas estas não podem ser o ponto final da sua marca. Faça os estudos corretos e mantenha sempre bons profissionais ao seu lado.

 

DICA IMPORTANTE: é preciso planejar, investir e mensurar os resultados. Não se iluda com sucessos momentâneos. O seu marketing na internet deve estar voltado para o investimento de médio e longo prazo, no custo total e no retorno que se espera.

 

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